Palavra não mora no que diz.

sábado, março 12, 2011 Unknown 0 Comentários

Remembering Sunday, those Sundays... Holy shit! I think I hate you, but hope I'm just angry at what you made me feel.
Ouvir essas palavras da sua boca foi como uma facada no peito. Sei muito bem do quanto eu precisava disso, por mais que eu tenha fugido de ouvi-las. Indiretas. Ouço muitas o tempo todo. Satisfações. O que eu faço ou deixo de fazer é problema meu. Consequências. Cada um arque com as suas. Não importa se o que fiz foi certo ou errado, sou ciente de que qualquer coisa que eu faça me trará consequências, boas ou ruins. Por um instante esqueci que vocês vão me criticar como se eu fosse a unica a fazer tais coisas. Vocês também fazem, não importa em qual intensidade. Olhe para você, perfeitinho, antes de falar algo sobre mim.
Eu não te conheço e você não me conhece. Agradeço por me cativar, mas agora não sei quem você é pra mim, talvez nem mesmo um colega. Prefiro que as pessoas me digam as coisas na cara e sabendo disso, não me respeitou. Creio que magoa menos e evita raiva e rancor. O que você sentir na hora, ou você guarda ou explode. Realmente tudo está uma merda. Me afastei das pessoas novamente. Queria ser mais legal com você, mas não consigo. A distância é a melhor coisa que tenho em comum com meus sentimentos; não sinto, não ligo, não crio vínculos, só mantenho os que acho necessário. Pessoas passam a ser objetos pra mim, quando se mostrarem mais que pessoas, deixam de ser objetos. É a mesma coisa que tentar me provar que você vive ou apenas existe. Enfim, as lágrimas chegaram e não vou controlá-las por alguns segundos. Ser frio e calculista é uma coisa que ou você trabalha muito para manipular ou você nasce, e eu não nasci. Apenas quero me poupar de atitudes desnecessárias.

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